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L.C. Ferreira Word

Porque tudo o que conheço não chega, porque nunca direi vezes suficientes e porque sim...

L.C. Ferreira Word

Porque tudo o que conheço não chega, porque nunca direi vezes suficientes e porque sim...

Aos Noivos

por lcferreira, em 11.06.11

 O amor é um dom maior que um apelido num papel. É ser o ombro mais forte de alguém, o porto mais seguro. Haja amor! Que ele se mostre e em vós se invada. Por muitos e bons anos...

Quantas estrelas tem a noite, quantos sonhos tenho eu?

por lcferreira, em 13.03.11

 A noite tem dias de beleza rara, horas de realeza celestial.

 

 Ela tráz consigo um mundo novo, o fim dum ontem que não brilhou. Olhar um céu estrelado, mesmo que da janela suja da máquina de ferro, é abrir as portadas da mente, aos sonhos.

 A esses sonhos feitos de algodão doce e de esperança, esses sonhos de amor e de fé, em si e nos demais.

 Sonhar faz de nós pessoas melhores. Mesmo.

Ana

por lcferreira, em 22.08.10

 Já não te vejo sorrir. Apenas conto as lágrimas que deixas cair entre soluços e sinto-as arder-me nos olhos. Queria fazer mais. Tirar-te essa dor e encher-te de esperança.

 Amanhã brilhará o sol. E depois também. Um destes dias, o sol será teu novamente. Tens de acreditar, Ana. Por ti e por todos quanto te adoram ver sorrir.

 

 Porquê? Por isso mesmo e porque a tua vida é demasiado preciosa para a passares a chorar.

Espinhosos, Eu e Tu

por lcferreira, em 08.08.10

 Como explicar? Eu e tu?...

 Algo de belo e espinhoso, amor e revolta, muito amor para aguentar o tamanho que a revolta alcança.

 Eu e tu. Flores raras e mortais, venenosas para si mesmas.

 Digo tantas vezes que te amo que ás vezes me esqueço de me deixar levar simplesmente pelo que sinto, sem sentir necessidade de o racionalizar. Somos assim, simples e extremamente complexos. Humanos.

 Não o desejaria de outra maneira... Nenhuma história grande se constrói facilmente.

 Nem a felicidade.

Amor em Mãos Penitentes

por lcferreira, em 08.08.10

 A tempestade passou, por agora.

 Eu gritei e chorei, tu gritaste apenas, raramente choras, será que choras? As águas amainaram, sente-se a calma nas mãos, de tão palpável que é. Uma conversa vai resolvendo, a discussão só gera afastamento. Fomos marcados pela vida e isso percebe-se nas águas turvas que jorram de nós quando em vez. Penitentes sem saber porquê, sentenciadores duma razão mal percebida.

 Dizes que tudo vai correr bem, espero que tenhas razão, nem sempre a tens. Prometes melhor. Eu também.

 Se eu tentar e tu tentares, temos mais hipóteses, um barco não anda para a frente se só se remar de um lado, anda aos círculos sobre si próprio. E isso não é caminho.

 Tenho esperança em nós, apesar de tudo, sou de uma ingenuidade louvável, li muitos contos de fadas, o amor vencerá todas as adversidades.

 Chamei-te nomes. Não me arrependo, foi o que senti, afogar o que sentimos faz mal ao coração, deixa-o pesado e passível de explodir da maneira errada.

 Gozo a paz das tuas mãos de amor nestas horas perdidas, quero guardá-las junto ás minhas. Aceito o teu abraço de desculpas e benzo-me com esperança...

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